terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Boca roxa

Com a contínua inovação por parte das empresas fabricantes de uniforme, principalmente da Nike, que lançou por aqui o roxo corintiano em 2007, a empresa agora aposta na "color violeta", nesta camiseta do Boca Juniors para os torneios de verão de 2013 na Argentina. Foto do blog Todo sobre camisetas.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Corinthians e o Distintivo Fifa - Bicampeão Mundial de Clubes

São Cássio de Yokohama -- por Juca Kfouri -- A religião católica registra um certo São Cássio de Ímola, cujo dia é comemorado em 15 de maio. Ele teria sido um taquígrafo morto, sob tortura, pelos próprios alunos. É quase tudo que se sabe sobre ele. Pois a maior das religiões, a corinthiana, passa a comemorar a partir de ontem, nos dias 16 de dezembro, o dia de São Cássio de Yokohama. Deste São Cássio sabe-se muito mais, principalmente depois que ele torturou os cruzmaltinos e os blues com suas defesas milagrosas. Mas, por enquanto, basta dizer que ele foi eleito o homem do jogo final do Mundial de Clubes da Fifa em 2012, no qual o Corinthians estreou no dia 12/12/2012, 12 anos depois de ter sido campeão mundial pela primeira vez e sob as bênções do bando de loucos, a Fiel, sua incomparável camisa 12. Aliás, qual o número da camisa de São Cássio? O 12, é claro.
A missa e o Corinthians -- por @FChiorino -- Ernesto não perdia uma missa há 52 anos. Logos nas primeiras horas de domingo, ele dava início a todo um ritual. Levantava-se, tomava apenas um copo de água, pegava a bíblia na segunda gaveta do criado-mudo, enrolava o terço no pulso esquerdo e calçava o sapato social com fivela prateada. Só então acordava Lúcia, a companheira de tantas décadas, e aí então partiam em direção à igreja de Santo Amaro. Mas aquele domingo era diferente. Ernesto definitivamente não sabia como agir. Nunca havia passado por situação parecida. Um jogo do Corinthians às 8 e meia da manhã, justamente na hora da missa do padre Teto. “Por que, Deus? Por quê?”, se perguntava, enquanto dava voltas pela sala à procura de um milagre que solucionasse o seu dilema. Travou um verdadeiro conflito psicológico, pesando o que contaria mais para o seu juízo final: a fidelidade irresoluta ao Corinthians ou à igreja. “Deus, é a final do Mundial. Como você pode me tentar assim?”. Lúcia percebeu o desconforto do marido. Sabia que Ernesto não desistiria do culto, pois, além de todo a sua religiosidade, não poderia correr o risco de ter sua fé questionada pelos vizinhos radicais. “Ernesto, é só um jogo de futebol. Vamos”, arriscou. Ernesto apertou ainda mais o terço sobre o pulso, virou-se para a esposa e disparou: “Nunca mais diga isso. Para o bem de nós dois”. Lúcia calou-se e foi em busca de um café preto. Não teve outra solução. Ernesto embrulhou o radinho de pilha com a bíblia e anunciou que estava pronto. Beijou Lúcia na testa, como quem perdoa por tamanha heresia proferida, e lá se foram para a missa. Escolheram um banco mais afastado. Na verdade, Ernesto escolheu. Naquela manhã de domingo, se pudesse, entrava disfarçado na igreja. Discretamente passou o fone de ouvido por baixo da camisa social e sintonizou na rádio de sempre. O jogo e a missa estavam prestes a começar. Quem olhasse para Ernesto poderia jurar que estava diante de alguém que incorporava cada salmo anunciado pelo padre. Ernesto se retorcia, apertava o braço da mulher, se remexia na cadeira. E balbuciava, durante toda a missa, um mantra dos mais religiosos: “Vai, Corinthians. Vai, Corinthians. Vai, Corinthians”. Quando o padre Teto anunciou a eucaristia, o relógio apontava 20 minutos do segundo tempo. Ernesto levantou-se para comungar. Parecia um espião, com aquele fone pendurado nas orelhas e buscando ao máximo não ser notado. Quando chegou a sua vez, seus olhos pararam de piscar. Não enxergou mais padre Teto à sua frente. Ouviu a narração do locutor crescendo a cada segundo e simplesmente fitou os olhos sobre o chão da igreja. Padre Teto percebeu algo estranho e perguntou: “Está pronto para Cristo, Ernesto?”. Vinte e três minutos de jogo. Ernesto arrancou o fone de ouvido e soltou um grito grotesco, que reverberou por todos os vitrais da igreja de Santo Amaro. “GUERRERO, meu Deus. Puta que pariu, GUERRERO”. E disparou em direção à saída de igreja, com os punhos cerrados e apontados para o céu, para espanto do Padre Teto e de todas as demais pessoas espalhadas pela igreja. Pela primeira vez em 52 anos, Ernesto ficou sem a hóstia. Imóvel, instalada na penúltima fileira de bancos da igreja, Lúcia apenas sorria. Como se já soubesse desde o começo o resultado final daquela manhã de domingo.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Barcelona-Catalunha - que uniforme... diferente, né?

Com a marca do novo e milionário patrocinador Qatar Fundation, os modelos dos uniformes do Barcelona para a temporada 2013/2014 foram divulgados pelo jornal espanhol Sport. Além da tradicional camisa azul e grená, o clube fará homenagem à Catalunha em seu segundo uniforme ao colocar listras em amarelo e grená, cores que representam a região. O motivo de termos colocado a palavra "diferente" no título é pelo fato de as cores citadas serem raras em camisas de clubes brasileiros. Mas não duvidamos que qualquer coisa que tenha a 'marca' Barcelona venda à rodo.