segunda-feira, 18 de junho de 2012

Inglaterra: de organizadores do futebol ao fracasso eterno em competições



Não foram os ingleses que inventaram o futebol, eles "apenas" organizaram as regras. Há relatos de práticas de chutes a "gol" com bolas desde o século 16, tanto na América recém-invadida quanto na Paris revolucionária do século 18. O povo mais apaixonado em futebol (cria deles) chegou a apenas duas semis na Eurocopa e venceu apenas um torneio relevante, a Copa de 1966, ganhada com muito roubo e ajuda de árbitros e da organização do torneio. O favorito Portugal de Eusébio teve seu jogo alterado para Londres dois dias antes, obrigando os lusos a viajarem (de ônibus) por 24 horas e chegando arrebentados para a semifinal com os ingleses. Na final, "o camisa 10 britânico Hurst recebeu uma bola no campo de ataque, avançou e virou chutando quase na entrada da pequena área. O arremate estourou no travessão e se chocou com o chão da meta de Hans Tilkowski, próximo à linha do gol. A jogada foi validada pelo árbitro suíço Gottfried Vienst e pelo bandeirinha azerbaijano Tofiq Bahramov." Dizem até que jogadores brasileiros ganharam uns trocados para não se classificarem para as quartas... Mas qual a seleção ganhou uma Copa sem uma ajudinha? A Itália de 1934 e de 1938 foi ameaçada de morte (o goleiro húngaro: "Tomei 4 gols mas salvei 11 vidas"), a Alemanha em 1954, o Brasil em 1962 (Garrincha jogou suspenso), a Argentina em 1978 (Juca Kfouri ouvindo o almoço dos generais argentiinos com dirigentes da FIFA), a Alemanha em 1990 (o pênalti mandrake e a reunificação do país), o Brasil em 1994 (a despedida de João Havelange e a rasteira em Maradona), a França em 1998, a Espanha e o árbitro Howard Webb em 2010 ...

O gol polêmico de Hurst foi o terceiro na vitória da Inglaterra por 4 a 2 sobre a Alemanha na final de 1966

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